U2 no Brasil | U2 Brasil
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U2 no Brasil

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PopMart Tour

1998

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O U2 vem ao Brasil pela primeira vez para realizar 3 concertos, um no Rio de Janeiro e outros dois em São Paulo. A princípio, o show no Rio estava programado para acontecer no Maracanã, mas devido a “problemas estruturais”, acabou ocorrendo no Autódromo de Jacarepaguá. Tal mudança frustrou a todos. O show não foi cancelado apenas pela quantidade enorme de ingressos que já haviam sido vendidos. Sem planejamento nas vias de acesso, um enorme congestionamento se formou. Com direito aos batuques da Escola de Samba Salgueiro, que se juntou à banda durante a música “Desire” e Bono gritando “Ah! Eu to maluco!”, “E aí, cariocas?” e “Belezaaaa?”, os irlandeses embalaram ao seu som quase 100 mil pessoas. Dias depois, em São Paulo, a banda levou ao delírio uma público de 75 mil pessoas ao tocar “Bad” pela primeira vez na turnê.


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All That You Can’t Leave Behind Promo Tour

2000

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O U2 vem ao Brasil – mais precisamente no Rio de Janeiro – para realizar a divulgação do álbum “All That You Can’t Leave Behind” no Programa Fantástico. No especial televisionado, vemos a banda em situações bem descontraídas: na praia, na boemia noturna da Lapa, jogando sinuca e com os fãs. Bono ainda concedeu uma entrevista especial à Zeca Camargo, ressaltando a energia do povo brasileiro durante a turnê PopMart. O ponto alto dessa visita foi um pocket show para um pequeno público de fãs, realizado no Projac, exclusivo para o programa. Durante sua estadia no Rio, eles gravaram o clipe de “Walk On”.


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Vertigo Tour

2006

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A Vertigo Tour chega ao Brasil, depois de ter sido incessantemente aguardada pelos fãs que não tinham visto uma turnê da banda desde que a PopMart passou pelo país. Os shows de 2006 foram rapidamente esgotados e tiveram como abertura a banda escocesa Franz Ferdinand. Milhares de pessoas lotaram o Estádio do Morumbi durante os dias 20 e 21 de fevereiro. Na primeira noite, televisionada ao vivo pela Rede Globo, desde a primeira música Bono regeu o público escorado na guitarra cortante de The Edge. “Oi, galera! Agora é a nossa vez!”, saudou o cantor antes de apresentar “Elevation”, numa referência ao fato de os Stones terem eletrizado Copacabana dois dias antes. Mais uma vez em português puxou o coro de “Ai, ai, ai, ai, tá chegando a hora” como introdução para “Beautiful Day”. A segunda noite foi a “nossa festinha particular,” revelou Bono. Com o público eufórico, o U2 encerrou sua passagem com “All I Want Is You”, que não era o fim, mas um até logo.


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360° Tour

2011

O U2 leva quase 300 mil pessoas ao Estádio do Morumbi em São Paulo para três noites memoráveis em Abril. “São Paulo, São Paulo…” cantou Bono, com todo o estádio agradecendo que não caíra chuva no primeiro dia. O flash mob organizado pelo U2BR pintou o Morumbi de verde, amarelo e azul durante “Streets”. Em “Moment Of Surrender”, a banda ofereceu uma linda homenagem às vítimas do massacre em Realengo. O segundo show prometia ser especial desde o início. “Out Of Control”, tocada pela primeira vez na turnê, deixou todos fora do controle. No entanto, a maior surpresa veio com “Zooropa”, que não era tocada desde 1993. “Não sei o que dizer,” exclamou Bono logo após “Streets”. “Que noite incrível. Nunca nos esqueceremos.” O último show teve transmissão de áudio ao vivo pela Oi FM e U2.com. Uma grande recepção teve Seu Jorge, quando subiu ao palco para se unir à Bono para um belo dueto acústico de “The Model”.


The Joshua Tree Tour

2017

Após seis anos de espera, o U2 vem a São Paulo para celebrar os 30 anos do álbum “The Joshua Tree” com quatro shows. Levando mais de 280 mil pessoas ao Estádio do Morumbi, a banda encerrou a turnê no melhor lugar. “Se tiver que terminar, deve terminar no Brasil,” disse Bono. “Para Tom Jobim, Elis Regina, Renato Russo, Cazuza. Heroes,” e assim “Bad” prosseguiu na primeiro noite, com Bono dedicando aos heróis da música brasileira. O segundo show teve um toque brasileiro. Ao final de “Bad”, o vocalista cantou os versos de “Águas de Março” de Tom Jobim, hipnotizando a todos que estavam no estádio. Na terceira noite, a banda resolveu prolongar o show com a inserção de “Mysterious Ways”, que tornou-se especial para a fã que subiu no palco. O último show prometia ser especial. “Mothers Of The Disappeared” contou com a participação do lendário produtor do “The Joshua Tree”, Daniel Lanois, proporcionando um emotivo encerramento para o álbum. A novidade ficou para o final. “I Will Follow” foi um agradecimento pela espera, um pedido para que não os deixassem, para que continuassem seguindo-los. “Obrigado por virem ver-nos. Obrigado por nos carregarem,” agradeceu o cantor.