#TBT: Quando o “U2 3D” mudou o paradigma na história do cinema
#TBT: Quando o “U2 3D” mudou o paradigma na história do cinema
30 de janeiro de 2020
#TBT: Quando o “U2 3D” mudou o paradigma na história do cinema
Há 12 anos o U2 lançava o segundo filme de sua carreira, o “U2 3D”. No #TBT desse mês, reunimos algumas curiosidades sobre o filme, destacando o usual pioneirismo da banda no uso de novas tecnologias.
Marina
Newsposter e colunista do U2 Brasil

U2 3D fez a sua estreia nos cinemas em 19 de janeiro de 2008. Inovador, foi primeiro concerto musical exibido em 3D, o segundo filme a ser lançado pelo U2 – o primeiro foi o Rattle And Hum em 1988.

Feito em colaboração com a National Geographic e dirigido por Catherine Owens e Mark Pellington, o filme registra a passagem da banda pela América do Sul em 2006, quando da apresentação da Vertigo Tour em nosso continente.

Foi um marco no uso da tecnologia 3D: a primeira película sem animação a ser totalmente filmada, produzida e exibida exclusivamente através da tecnologia 3Ddigital. Segundo os produtores, na época das filmagens, foi usado o maior número de câmeras 3D em um único projeto ao mesmo tempo. Ainda, foi a primeira produção ser filmada em 3D usando lentes de zoom e também a primeira com múltiplas câmeras, além de um equipamento que permitiu a fusão de imagens. Mas não só isso. Com o trabalho de edição, foi o primeiro filme em que foram utilizados recursos técnicos para não causar mal estar no espectador.

A première ocorreu no Sundance Film Festival em Utah com a banda presente.

U2 3D alcançou a posição 19 nas bilheterias dos Estados Unidos e faturou mais de $26 milhões em todo o mundo, sendo um dos filmes de concerto com maior bilheteria. As críticas foram amplamente positivas, o que levou o registro a ganhar vários prêmios: "Melhor Filme Musical" nos prêmios MTV Latinoamérica e "Prêmio Pioneiro para Filme & Televisão" no 3D Film and Interactive Film Festival.

O filme não possui lançamento comercial em DVD. Na época, a tecnologia 3D não era muito acessível para ambientes domésticos e a Universal Music entendeu que não seria conveniente a edição para esse formato.

No entanto, foi relançado nos cinemas norte-americanos em 2009 para coincidir com o lançamento do álbum No Line On The Horizon, e em 2011 e 2015 no Brasil e na Espanha, respectivamente, para celebrar a vinda da banda a esses países.

Todas as imagens foram registradas em altíssima definição e o arquivo total ocupa espaço equivalente a mais de um milhão de gigabytes.

O filme ficou marcado por criar uma mudança de paradigma na história do cinema.

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