
Estádio de Wembley, 13/07/1985, Bob Geldolf juntava no mesmo palco a nata do rock mundial. Com o intuito de combater e chamar a atenção sobre a extrema pobreza na África, o cantor irlandês colocou no mesmo palco: Sting, Phill Collins, Paul Young, Dire Straits, Queen, Paul McCartney, Elton John, dentre outros. No outro lado do Atlântico, ecoando no mesmo evento, B.B. King, David Bowie e Mick Jagger na Filadélfia. INXS e Man At Work na Austrália, e no Japão também entoavam um só chamado.
Mais de 200.000 pessoas ao vivo, em 100 países 1,5 bilhões de pessoas seguiam pela tela da TV. Em meio a tantas estrelas, seria difícil para 4 rapazes irlandeses, com menos de 10 anos de carreira e alguns sucessos, se destacarem...
Não quando seu vocalista, em um misto de ato heróico, imagem, força, coragem e algo que se tornaria característico e emblemático, pulasse no meio do público e em meio a uma performance de 12 minutos de uma das mais lindas canções da banda, dançasse abraçado a uma garota, em frente a todo o planeta. O U2 ali mostrava ser um banda incapaz de mostrar pouco em qualquer palco que subisse. A garota com quem Bono dançou - e que acabou causando o sacrifíco de "Pride" que seria tocada naquela data - apenas 20 anos depois disse que foi salva por ele de ser esmagada na grade pela multidão.
E no vídeo abaixo, algo que mudou o rock, o U2 e a vida de muitos...
Long live rock and roll!



