1984 – Um novo caminho para o U2
1984 – Um novo caminho para o U2
17 de julho de 2015
1984 – Um novo caminho para o U2
Aleh

O ano de 1984 já começa com o contrato da banda perto de expirar, e, apesar de várias outras gravadoras se aproximarem de Paul McGuinness, ele se focou em continuar com a Island Records, em um termo de contrato muito mais benéfico para a banda, demonstrando o grau de crescimento da mesma em poucos anos.

Apesar de comercialmente o U2 só crescer, em nível pessoal, existiam alguns atritos entre os membros da banda. Em março, o baixista Adam Clayton foi preso em virtude de direção perigosa com efeito de álcool, deixando os membros restantes da banda em um situação delicada. Falando sobre o trabalho em construção da banda para o novo álbum, eles haviam começado algumas músicas com Jimmy Iovine, mas depois decidiram partir para trabalhar novamente com Brian Eno, depois do produtor tê-los dispensado no final de 1983.

Foi apenas em maio que o U2 começou a trabalhar no Slane Castle para a gravação de seu quarto álbum de estúdio: "The Unforgettable Fire", um ambiente completamente diferente - e até mesmo desafiador - dos estúdios de Windmill Lane. Parte das gravações ocorridas no castelo foram gravadas e fizeram parte de um documentário retratado na RTE e depois, no VHS e DVD da videografia oficial da banda.

Era o começo das gravações de um álbum completamente diferente dos anteriores.

Em agosto, o U2 finalmente começa a terminar as gravações de seu novo álbum de estúdio, e, para a capa, contataram o amigo de longa data, Anton Corbijn, para fazer as fotos. A banda viajou por vários lugares na Irlanda, a fim de conseguir a foto necessária que se adaptasse ao álbum e à mensagem que gostariam de retratar. Foi somente em outubro, após alguns shows na Austrália e Nova Zelândia, que U2 lança o "The Unforgettable Fire", produzido por Brian Eno e Daniel Lanois.

O álbum alcançou rapidamente o número 1 no Reino Unido, e o número 12 nos Estados Unidos. Começava uma nova era para o U2, com um som diferente de tudo que não apenas eles tinham feito até o momento, mas também diverso daquilo que estava em ascensão sonora na época, demonstrando que U2 não era apenas uma banda que queria fazer sucesso, mas sim uma banda que queria passar uma mensagem, usando a música como veículo.

E assim o é até hoje.

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